
segunda-feira, 30 de junho de 2008
know thyself

sábado, 28 de junho de 2008
downbeats
Quem visita esta página pode ouvir, se quiser, Trip-Hop. Minha mais recente paixão dentro da música eletrônica. Googleando por aí descobri que, basicamente, o Trip-Hop é música eletrônica em slowtempo, marcada batidas desaceleradas e pelo uso de instrumentos convencionais e acústicos. Apesar de ter surgido na Inglaterra, a origem do Trip-Hop, assim como toda a música eletrônica, está ligada ao House, estilo que surgiu no começo da década de 80, quando diversos músicos dos EUA (especificamente de Chicago, Nova York e Detroit) resolveram refazer eletronicamente a música disco dos anos 70, fundindo com R&B, Funk e Soul.
Dentre os vários artistas e grupos que compõe essa vertente temos: Tricky, Portishead, Massive Attack, Morcheeba, Air, Goldfrapp, Lamb, Moloko, Sneaker Pimps, Thievery Corporation e por aí vai... Vale a pena dar uma procurada por aí pois existem diversas páginas que dispõe de links para baixar álbuns inteiros.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
nunc et in hora mortis nostrae
- O livro se inicia com a frase final da oração da Ave Maria: "Nunc et in hora mortis nostrae" (Agora e na hora da nossa morte).
- O nome do romance teve origem no brasão da família Tomasi e é assim referido: "Nós éramos os leopardos, os leões; esses que nos substituíram são os chacais, as hienas; e todos os leopardos, chacais e ovelhas continuarão a acreditar no sal da terra."
- O livro foi primeiramente recusado para publicação, esta só ocorrendo postumamente.
- Em edição de luxo, lançada pela Versátil, o filme chega finalmente ao Brasil em sua versão original italiana de 185 minutos, 20 minutos mais longa que a versão da Fox, que circulava até então. Nela, o clássico retoma suas cores originais mais crepusculares do que as da edição americana, restauradas pelas mãos habilidosas de Giuseppe Rotunno, diretor de fotografia do filme.
- O autor Tomasi di Lampedusa era, ele próprio, um príncipe decadente, assim como Visconti, sabidamente um aristocrata e também comunista.
sábado, 21 de junho de 2008
traffic and the city
Sinceramente, eu adoro morar em São Paulo. O grande aglomerado de 20 milhões de pessoas me excita, me diverte, me dá oportunidades, me mostra coisas novas todos os dias, me faz crescer. Talvez por isso tenho repetido, desde que cheguei aqui, que não conseguiria viver em qualquer outra cidade brasileira. Este sou eu, um ser urbano por excelência. Nem sempre foi assim, óbvio, mas esse lugar é como Coca-Cola, depois que se conhece, não se quer saber de outra coisa. Afinal, por que raios estamos neste mundo se não para conhecer a tal da felicidade? Suponhamos que felicidade=saúde+amor+$$$, a questão é onde conseguir juntar os três fatores que, somados, dariam o resultado da equação? E é aí que entra o lugar que escolhemos para viver. Claro que há os que conseguem obter tudo isso, digamos, no interior do Piauí, mas por uma questão de simples estatística, no meu caso, é mais provável que a felicidade esteja em alguma das 64.385 esquinas da cidade.
Como tudo o que é superlativo, os problemas tampouco são pequenos. E um dos vilões da moda é o trânsito. Quando até os otimistas prevêem um colapso em 5 anos, aí começo a me preocupar. Soluções a longo prazo à parte, os endinheirados já têm a sua:

- 6 milhões de carros, 1.000 novos a cada dia;
- 469 helicópteros, superando Nova York e Tóquio;
- 420 helipontos, 75% do total brasileiro e 50% a mais que em todo o Reino Unido;
- 70 mil vôos de helicóptero ao ano, 7 vezes mais que em Londres;
- 820 pilotos que podem ganhar até US$100.000 ao ano.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
a point of view
O ensaio com meu amigo fotógrafo foi, como eu previa, divertidíssimo. Escolhemos um local bastante interessante. Uma torre com altura equivalente a 40 andares de onde se tem uma visão panorâmica de 360º da cidade de Curitiba. As fotos ficaram lindas, como podemos observar. E não poderia ser diferente. Felipe Fontoura é uma pessoa especial, talentoso, criativo e de uma sensibilidade única. Confiram no seu blog e hão de concordar comigo.
Creio já ter comentado sobre seu projeto, "O Lugar de Cada Um", onde ele escolheu cem pessoas das mais diversas faixas etárias e níveis sócio-culturais para mostrar um lugar que tenha um significado especial para cada um. Mal posso esperar para ver publicado.
